Amor
O Amor, sublime impulso de Deus, é a energia que move os
mundos:
Tudo cria, tudo transforma, tudo eleva.
Palpita em todas as criaturas.
Alimenta todas as ações.
O ódio é o Amor que se envenena.
A paixão é o Amor que se incendeia.
O egoísmo é o Amor que se concentra em si mesmo.
O ciúme é o Amor que se dilacera.
A revolta é o Amor que se transvia.
O orgulho é o Amor que enlouquece.
A discórdia é o Amor que divide.
A vaidade é o Amor que ilude.
A avareza é o Amor que se encarcera.
O vício é o Amor que se embrutece.
A crueldade é o Amor que tiraniza.
O fanatismo é o Amor que petrifica.
A fraternidade é o Amor que se expande.
A bondade é o Amor que se desenvolve.
O carinho é o Amor que se enflora.
A dedicação é o Amor que se estende.
O trabalho digno é o Amor que aprimora.
A experiência é o Amor que amadurece.
A renúncia é o Amor que se ilumina.
O sacrifício é o Amor que se santifica.
O Amor é o clima do Universo.
É a religião da vida, a base do estímulo e a força da
Criação.
Ao seu influxo, as vidas se agrupam,
sublimando-se para a imortalidade.
Nesse ou naquele recanto isolado,
quando se lhe retire a influência, reina sempre o caos.
Com ele, tudo se aclara.
Longe dele, a sombra se coagula e prevalece.
Em suma, o bem é o Amor que se desdobra, em busca da Perfeição no
Infinito, segundo os Propósitos Divinos;
e o mal é, simplesmente, o Amor fora da Lei
Amor Inserido Thursday 21 May 2009 01:42
Meu Gato Inserido Wednesday 04 June 2008 22:23
Você sabia que os gatos provavelmente tiveram o mesmo ancestral do cachorro? Acredita-se que o Miacis um pequeno animal que vivia em árvores, há muito extinto, foi o antepassado do gato. Este seria também o ancestral do urso, da doninha, do guaxinim, da raposa e do coiote. Viveu há cerca de 40 milhões de anos, tinha o corpo comprido, um rabo maior do que o corpo e pernas curtas. Provavelmente também tinha unhas retráteis como o gato.
Há 10 milhões de anos atrás surgiu o Dinictis, mais parecido com o gato atual.
Os Felídeos ou felinos, são os mais
especializados, mais numerosos e mais importantes dos
carnívoros.
A família dos Felídeos, espalhada sobre quase toda a
área de distribuição da ordem dos
carnívoros, compreende 3 gêneros: Acinonyx (Cheeta),
Felis (Puma, Jaguatirica, Gatos domésticos e todos de
pequeno ou médio porte) e Leo (Leão, Tigre, Pantera,
Onça), com 37 espécies no conjunto.
Os gatos domésticos são primos distantes de outros felinos e guardam características em comum com os grandes felinos selvagens, como o caminhar silenciosa e delicadamente sobre as almofadas plantares, a técnica de caçar e as unhas retráteis, com exceção do Guepardo que tem as unhas e patas apropriadas para a corrida, chegando a alcançar 100Km por hora numa corrida de curta distância.
No Antigo Egito os gatos eram adorados devido a sua
associação com a Deusa da Lua, Pasht, de cujo nome
acredita-se ser derivada a palavra "puss", que significa "bichano"
em inglês.
A Deusa Bast, que representa o sol, também foi identificada
com gatos, e é retratada com a cabeça de um
gato.
Quando os gatos morriam, eram mumificados e seus donos mostravam
seus sentimentos raspando as sombrancelhas em sinal de luto.
Hoje, os gatos da raça Abissínio, são
semelhantes ao gatos do Antigo Egito.
Estátuas, desenhos e pinturas em tumbas, revelam que os
gatos nessa época, eram de pelo curto, corpo esguio e pernas
longas. Muitos consideram que este foi o ancestral da maioria das
raças de gatos domésticos conhecidas atualmente.
Era proibida a saída dos gatos do Egito, mas o povo Fenício parece ter os levado em suas embarcações comerciais, para a Europa, por volta do ano 900 a.C., chegando à Itália antes da Era Cristã.
Os romanos, quando invadiram e dominaram o Egito, adotaram o
culto a Deusa Bast e seus gatos foram também perpetuados em
estátuas, murais e mosaicos. Tinham grande
apreciação pelos gatos, e os retratavam como
símbolo de liberdade.
Com as invasões Romanas, os gatos foram seguindo seus
exércitos e se introduzindo em toda a Europa.
Dessa forma os gatos chegaram à Inglaterra, portanto, o gato
inglês tem como base o gato egípcio, mas gatos
ingleses selvagens também foram domesticados.
O Príncipe de Gales, promulgou no século X, leis protegendo os gatos, estabelecendo valores de venda e garantias de compra. Além disso, a pena para quem matasse um gato era paga com trigo: o ga to morto era segurado pela ponta da cauda e sobre ele era jogado o trigo, até encobrir a ponta da cauda. Os gatos, durante muito tempo, foram bem aceitos pelo homem como animais domésticos, por sua beleza e grande habilidade em caçar ratos. Exatamente por sua habilidade como caçador de ratos, no século XI auxiliavam no combate a estes vetores, transmissores da Peste Bulbônica.
Na Idade Média, os gatos enfrentariam seus piores tempos. Surgiu um culto a uma deusa pagã - Freya - envolvendo gatos. Esse culto foi considerado heresia e membros desta seita eram punidos severamente com torturas e morte. Como os gatos faziam parte do culto, foram acusados de serem demoníacos, principalmente os de cor preta. Isso custou a vida de milhares de gatos, que foram cruelmente perseguidos, capturados e jogados à fogueira, havendo a maior destruição de gatos de toda a história.
Uma pessoa que fosse vista ajudando um gato, principalmente
gatos pretos, estava sujeita a ser denunciada como bruxa e a sofrer
tortura e morte.
As pessoas acusadas de bruxaria e seus gatos, eram logo
responsabilizadas por qualquer catástrofe que
acontecesse.
Esta onda de perseguição criou diversas
superstições que persistem até hoje, como:
cruzar com gato preto causa azar. Felizmente este preconceito
terminou e no século XIX o gato já era bem-visto.
O índio norte-americano, não parece ter domesticado os felinos selvagens presentes no continente, como o lince, puma e ocelote. A domesticação de felinos só ocorreu quando os imigrantes europeus trouxeram gatos da Europa, para que ajudassem a combater os ratos e camundongos, tanto no campo quanto na cidade.
Essa foto que estão vendo é meu gato ele só trás sorte eu acredito que é mentira supertições tudo de mal que dizem sobre o gato preto
História da dança do ventre Inserido Monday 02 June 2008 03:17
Mais que uma dança, esta linguagem gestual
está associada aos rituais femininos de fertilidade,
relacionados aos ciclos da lua e ao sangramento mensal das
mulheres, consideradas o elo de ligação do
mistério sagrado da vida e da morte. Alguns autores citam a
origem desta dança entre 8.000 e 5.000 antes de
Cristo.
A dança do ventre acima de tudo, tinha um caráter
religioso e ritualístico e embora atualmente tenha se
perdido parte deste caráter, ainda permanece a
essência, onde os movimentos estão ligados a uma
série de símbolos como por exemplo o arquétipo
da serpente.
No antigo Egito a dança do ventre era praticada como forma
de reverenciar os Deuses. Na Índia era praticada nos rituais
tântricos. As árabes praticavam como entretenimento
dos Sultões e em rituais de casamento e fertilidade. A
África legou aos movimentos dos quadris uma enorme
possibilidade de ritmos, sintonizados com a pulsação
que emana da terra.
Ainda assim, atuando onde estiver e recebendo a
contribuição de várias culturas, o principal
fio condutor da dança do ventre continua sendo a
celebração da vida através do ventre, matriz
do poder máximo da criação e microcosmo do
corpo feminino maior, a Terra, nossa grande mãe, que nos
alimenta e a partir da qual todos nós somos criados.
Dentre tantos, um dos
principais movimentos da dança do ventre é o
belíssimo movimento da serpente, que pelo desprendimento
cíclico de sua pele, símbolizava morte e renascimento
em algumas antigas culturas


